from me to you
Não peço que me leve aos cantos bonitos, caros e cheios de palavras bonitas inglesas. Não te peço horrores, nem te peço flores. Só te peço que me aceites. Que me leves, que me tires do que me pesa. Não peço demais, nem de menos, só peço que me segures a mão e não me peça mudanças. Autor Desconhecido

"Nossa história começou cedo, e acabou rápido demais. Claro que eu queria continuar, mas já que você resolveu sumir, eu resolvi te ajudar mostrando uma falsa compreenção. Cavamos nossa própria cova. E agora só nos resta lamentar a dor de não termos conseguido lidar com a felicidade de ter um perto do outro. Confissões destrutivas e palavras fatais. Sim, eu te afastei de mim, mas tudo o que eu mais queria era te levar comigo. É a velha história trágica que sempre vai deixar seus planos pela metade, e sempre sentiremos saudades de momentos que nunca vivemos. E essas saudades são as piores."

Postado em 16/5/2012 às 15:09 | 2,123 notes | viasource
"Hoje por acaso eu encontrei umas coisas antigas, e nessas coisas encontrei algo que tinha escrito pra você. Porra, eu ri sozinho daquelas besteiras tão ingênuas. Eu me lembro que você nunca entendia as minhas teorias sobre nós, mas ficava ali bem séria e achava bonito as coisas que eu dizia. Veja só nós dois agora, acabou, inexplicavelmente, acabou. Mas eu ainda me lembro de muita coisa sentindo saudade. Mas é uma saudade esperançosa, sinto que a gente ainda pode se encontrar em uma calçada e resolver fazer tudo diferente. Hoje sem querer encontrei umas coisas empoeiradas, e me deu uma vontade gigante de encontrar você."

Postado em 16/5/2012 às 15:07 | 784 notes | viasource
Postado em 2/5/2012 às 19:00 | 32,520 notes | viasource
Eu sou a história que você não quer mais contar.
Postado em 3/4/2012 às 23:31 | 20,008 notes | viasource
"Você riscou meu nome, riscou meu número, riscou minha foto. Saí da sua vida como entrei, sem nenhum destaque, sem nenhuma saudade."


Postado em 3/4/2012 às 23:08 | 2,468 notes | viasource
"E me dá uma saudade irracional de você. Uma vontade de chegar perto, de só chegar perto, te olhar sem dizer nada, talvez recitar livros, quem sabe só olhar estrelas… Dizer que te considero - pode ser por mais um mês, por mais um ano, ou quem sabe por uma vida - e que hoje, só por hoje ou a partir de hoje (de ontem, de sempre e de nunca), é sincero."

Caio Fernando Abreu
Postado em 27/2/2012 às 18:04 | 1,222 notes | viasource

‎”É bonito ver como se falam sabe? Me faz lembrar de como nos falávamos. Do jeito como me cobrava os meus sumiços. E o quanto minhas fofurinhas te quebravam. E era bom nosso nervosismo pra tentar guardar, que a maior verdade, era que estávamos com saudades um do outro. Que todos os obstáculos nos empurravam ladeira abaixo. Daí quando estávamos desistindo de se segurar no último galho da montanha… Nos olhávamos, escorriam as lágrimas e você dizia que não se imaginava mais sem mim… Era bom sentir medo junto com você. Mesmo que eu te odeie por ter me apavorado. Por ter me contado aquelas histórias de terror que eu tanto odeio. Você sabe bem que eu não consigo dormir sozinha depois. Mas ok, depois você iria dormir comigo. E quando a caminhada fosse longa e árdua, eu estava ali pra você. E você ali pra mim… Eu, hoje, vejo o quanto era bom me sentir ‘sufocada’ por aqueles ciúmes enlouquecedores. Era sinônimo de amor… É bom quando me envolve nos seus braços, porque dentro deles, eu lembro de quando fiz parte deles. E de quando eu tinha certeza que nada mais neste mundo iria nos destruir… Enquanto estivéssemos aqui!”

‎”É bonito ver como se falam sabe? Me faz lembrar de como nos falávamos. Do jeito como me cobrava os meus sumiços. E o quanto minhas fofurinhas te quebravam. E era bom nosso nervosismo pra tentar guardar, que a maior verdade, era que estávamos com saudades um do outro. Que todos os obstáculos nos empurravam ladeira abaixo. Daí quando estávamos desistindo de se segurar no último galho da montanha… Nos olhávamos, escorriam as lágrimas e você dizia que não se imaginava mais sem mim… Era bom sentir medo junto com você. Mesmo que eu te odeie por ter me apavorado. Por ter me contado aquelas histórias de terror que eu tanto odeio. Você sabe bem que eu não consigo dormir sozinha depois. Mas ok, depois você iria dormir comigo. E quando a caminhada fosse longa e árdua, eu estava ali pra você. E você ali pra mim… Eu, hoje, vejo o quanto era bom me sentir ‘sufocada’ por aqueles ciúmes enlouquecedores. Era sinônimo de amor… É bom quando me envolve nos seus braços, porque dentro deles, eu lembro de quando fiz parte deles. E de quando eu tinha certeza que nada mais neste mundo iria nos destruir… Enquanto estivéssemos aqui!”

Postado em 27/2/2012 às 17:47 | 2 notes | viasource
"Eu sei que a culpa não é toda sua. Que parte é minha, que talvez eu tenha começado com isso. Que tenha sido eu quem nos distanciou ou quem te empurrou pra esse outro lado. Sei que nunca tivemos muita coisa e nem sempre podíamos afirmar que tínhamos se quer algo. Só podia me gabar de que às vezes eu estava com você. Hoje, não temos nada. Você já mora do outro lado da calçada, andando sempre na defensiva, não trocamos olhares e talvez você já tenha esquecido os planos idiotas que fizemos. Nosso amor morreu antes mesmo de nascer."


Postado em 18/1/2012 às 20:09 | 824 notes | viasource
"É complicado, eu digo, nós dois. Nós não gostamos de regras, e preferimos algum tipo de agito, porém temos nossos tempos de calmaria. São raros, não nego. Prefiro quebrar pratos nas paredes e gritar que te odeio, do que beijar a tua testa e dizer que te amo baixinho. Porém eu o faria. O faria se o deixasse feliz. É clichê, mas a tua felicidade sempre será igual a minha. Mesmo assim, distantes, sem trocar nenhuma palavra. Pois o silêncio grita, grita mais alto do que eu furiosa com você. E faz mais estragos que dias chuvosos nas férias escolares. Eu queria poder chegar perto, e olhar no fundo de teus olhos castanhos tendo a certeza de que minhas respostas estariam finalmente ali. Mas eu tenho medo, medo de tudo. Medo até mesmo de mim. E o medo me estraga, me faz errar e ser impulsiva, mesmo quando quero consertar as coisas entre nós dois. E elas não tem conserto. Tentamos forçar uma amizade, mas no afogamos na amargura, e qualquer olhar é rapidamente desviado. Então todo dia pensamos que só por aquelas vinte e quatro horas arrastadas, não vamos nos falar, nem tentar pedir desculpas que acabam sufocadas quando chegam a ponta da garganta. Mas as vinte e quatro, viram setenta e duas, e quando nos damos conta já se passaram meses. Um, dois, dez. Quanto tempo faz? É como se todos os relógios estivessem fora do compasso desde que fostes embora. Fostes embora, deixando esse amor aqui, preso dentro de mim, sem dono. Abandonado. Não tivemos nem mesmo um fim, um adeus, algum resto de esperança. Simplesmente acabou. Nem tchau, beijo na testa e um se cuida. Só… acabou."

Postado em 18/1/2012 às 20:04 | 255 notes | viasource

Postado em 18/1/2012 às 20:02 | 32,316 notes | viasource
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